Igreja
14 de abril de 2020 Scalabrinianas pedem que migrantes e refugiados não sejam esquecidos
Irmã Neusa disse, também que “graças à solidariedade e à unidade, poderemos vencer essa pandemia e levantar a economia que nestes momentos está de joelhos. ”

 

 

POR ROSINHA MARTINS

DE SANTO ANDRÉ – SP

 

A Superiora Geral das Scalabrinianas, Irmã Neusa de Fátima Mariano pediu que, diante da crise pandêmica do coronavírus as comunidades internacionais não esqueçam dos migrantes e refugiados e das condições precárias e insalubres nas quais se encontra grande parte deles.

 

“A crise imposta pelo coronavírus não pode fazer com que se abandone o trabalho que está sendo feito para proteger os últimos. O chamado do Santo Padre não pode cair no esquecimento, mas deve dar como fruto uma nova melhoria das comunidades, das instituições e das realidades de saúde que estão comprometidas de diferentes formas”, afirmou à Agência Fides.

 

Irmã Neusa disse, também que “graças à solidariedade e à unidade, poderemos vencer essa pandemia e levantar a economia que nestes momentos está de joelhos. ”

 

Para a Superiora Geral, uma relação matemática entre os refugiados e a pandemia seria discriminatória. "Não podemos fazer a equação 'COVID-19 igual a migrantes' ou dizer que os migrantes são imunes a esse vírus."

 

Irmã Neusa fez menção à situação desumana e insalubre na qual tem vivido os imigrantes e refugiados, independentemente da crise atual. “Gostaríamos de chamar a atenção para as condições nas quais os migrantes vivem nos centros de acolhida. A promiscuidade e as condições de saúde precárias não deveriam existir. Hoje, a higiene do local onde estão é mais essencial do que nunca. Isso vale para eles, mas também para as muitas pessoas que vivem nos lares de idosos”, concluiu.

 

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Sobre as Scalabrinianas

 

Denominada desde a fundação, há 125 anos, como  Missionárias de São Carlos Borromeo-Scalabrinianas, a Instituição tem como missão, acolher, proteger, promover imigrantes e refugiados no mundo.

 

Presentes em 27 países, as Scalabrinianas foram fundadas em 1895 para prestar um serviço evangélico e missionário aos imigrantes órfãos filhos de italianos em São Paulo. Juntamente com estes eram acolhidos nos orfanatos crianças afro-brasileiros. Mais tarde, a Congregação passou a atender todos os tipos de mobilidade humana: migrantes internos, imigrantes, emigrantes, refugiados, ciganos, circenses, caminhoneiros, marítimos, aviação civil, dentre outros. Atuam em centros de acolhida, campos de refúgio, missão itinerante e situações de emergência.

 

Fonte: Imprensa Scalabriniana

 

 

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Fonte: Imprensa Scalabriniana - SP

 

 

 



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